De garagem técnica a middleware global

Quase 20 anos simplificando o complexo. Começámos com 800 €.

Não nascemos numa incubadora corporativa nem com grandes fundos de investimento. Nascemos da vontade de escrever código útil, resolver problemas reais de negócio e provar que a tecnologia de gestão de dinheiro não tinha de ser cinzenta, lenta ou aborrecida.

Equipa Imagina
Equipa Imagina

Cronologia sem maquilhagem

Antes de vender tecnologia, tivemos de conquistar o nosso lugar máquina a máquina.

Dossiê histórico da Imagina Bluetooth

2008

A origem do Bluetooth

Inovação a partir do zero. Javier Ferrando e uma jovem equipa de programadores de TI começaram em Sueca, Valência, com apenas 800 euros e uma ideia ousada: levar publicidade a telemóveis como o Nokia 3210 através de antenas Bluetooth. Essa ousadia tornou-os líderes de inovação na imprensa local.

Recorte de imprensa sobre as origens da Imagina

2010

O salto para o terreno real

Nasce o ImaCash 1.0. Com uma colaboração chave entre José Colón e Joel Ferrando, deixámos as experiências mediáticas para resolver uma grande dor de cabeça: o dinheiro. Concebemos software para uma máquina CashGuard de quatro entradas e instalámo-lo numa farmácia em Valência integrada com Farmatic. Funcionou. E soubemos que esse era o nosso caminho.

A evolução

De código local a ecossistema global

Sem olhar para trás. Deixámos de ser uma empresa genérica de serviços informáticos para nos tornarmos artesãos do middleware de cash management. Se uma máquina ou um POS lida com dinheiro, criamos a ponte perfeita para o controlar automaticamente.

Expansão real

O que cresceu desde aquela primeira farmácia.

+9.500

Licenças e instalações ativas no Ocidente a controlar transações críticas em tempo real.

+250

Sistemas de ponto de venda (POS) totalmente integrados nativamente com o nosso ecossistema.

38

Tipos e modelos de máquinas de controlo de dinheiro dominados e sincronizados.

+20

Países a cruzar fronteiras desde aquela primeira farmácia em Valência.

Manifesto cultural

Como nos posicionamos hoje perante o dinheiro, o hardware e os protocolos.

Ponto 1: Engenharia sem rodeios.

Falamos claro. Não gostamos de reuniões intermináveis nem de chavões em inglês. Se o software não poupa duas horas de fecho de caixa a um operador no fim do dia, voltamos a escrever o código.

Ponto 2: Independência real.

Trabalhamos com fabricantes, distribuidores e integradores, mas a nossa prioridade absoluta é o desempenho no ponto de venda. Sujamos as mãos com bits e protocolos para que o cliente não tenha de o fazer.

Falemos da sua operação

Se o dinheiro lhe rouba tempo, é aí que entramos.

Diga-nos que hardware, POS e processos tem agora. Diremos sem rodeios onde está o gargalo e como eliminá-lo com tecnologia preparada para o dia a dia.